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Caderno de Memórias

Aldino Muianga

Sinopse

“… Inscrevendo-se na melhor tradição aristotélica na perspectiva de que a literatura é mais
consciências, individuais e colectivas, na sua relação com o tempo: com o passado, com o presente, mas acima de tudo com o futuro. Isto é, de onde viemos, o que somos, para onde vamos e como vamos. Estamos, por conseguinte, perante um intenso e persistente apelo existencialista…”, in “Meledina (ou a história duma prostituta, de Aldino Muianga: a arte da memória), por Francisco Noa, Universidade Eduardo Mondlane, 05/12/2008”.