EDUÇÃO PROJECTA CONSTRUIR 600 ESCOLAS

SETECENTA e nove escolas serão construídas ainda este ano no pai, no contexto dos esforços do Governos>>

SETECENTA e nove escolas serão construídas ainda este ano no pai, no contexto dos esforços do Governos com vista a oferecer condições eficientes de ensino e aprendizagem aos alunos e reduzir o rácio Professor/Aluno.

Ministro da educação e desenvolvimento humano, Jorge ferrão, disse há dias na vila sede distrital de alto-molόcuѐ que daquele número 639 serão do ensino primário e 70 do nível secundário, havendo para já disponibilidade financeira para o início das obras de construção das infra-estruturas educacionais.

As escolas serão construídas nos distritos de angoche, larde, mogincual, moma e erati, na província de Nampula, chiύre, mueda, Namuno e Nangade, em cabo delgado, Derre, milamge, Mocubela, Molumbo, Mulevala e pebana, na Zambézia, Angόnia e chifunde, em tete. Para aquele governante, não basta investir em mobiliário escolares ou mesmo na edificação das escolas, ѐ também preciso que, localmente, cada comunidade se intensifique o controlo sobre as actividades dos alunos e dos professores, sobretudo nos aspectos inerentes á assiduidade, conduta disciplinar e aproveitamento racional dos tempos lectivos. O titular da pasta de educação e Desenvolvimento humano assegura que neste ano o seu ministério prevê a aquisição de 70 mil carteiras, que serão distribuídas em diversos estabelecimentos de ensino no país, podendo o número ser superado, mercê da intervenção de vários patrocínios através de movimentos de solidariedade nacional em prol da educação por parte de empresas, pais e encarregados de educação e de individualidade dos diversos domínios da sociedade. Entretanto, mais de 1550 alunos vão estudar em melhores condições, mercê da construção de uma escola secundária na vila municipal de alto-molόcuѐ. A escola secundária, que comporta dez salas de aulas, bloco administrativo, sala de informática, biblioteca e campos de jogos multifuncionais, custou 3.6 milhões de dólares norte- americano, um co-financiamento do governo moçambicano e do Banco Islâmico de Desenvolvimento.

Fonte:Jornal Noticias, Quinta-feira 11 de Fevereiro 2016. Pág.4